quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Vida Perfeita

Projeta o futuro e pensa: Se a minha vida fosse perfeita em cinco anos como seria? Agora pensa como ela se diferencia da vida que você leva hoje. Se você começar hoje a construir a vida desejada em cinco anos determine alguns pontos. Pense na renda familiar ideal, nas condições perfeitas de trabalho, no que seria a vida perfeita em família, na situação financeira perfeita em que você tivesse dinheiro suficiente para aplicar a longo prazo, ter conforto e aproveitar com sua família. Como você desenharia a vida perfeita?

Escreva sobre isso, discuta com a pessoa que divide a vida com você para que os dois tenham uma imagem clara sobre o objetivo futuro. Isso vai desencadear todo tipo de ideia maravilhosa, vai gerar uma espécie de motivação contínua, você vai trabalhar feliz quando souber que está se esforçando para concretizar uma visão de um futuro ideal. É preciso saber teus valores. Aquilo que é realmente importante pra ti e que jamais você abriria mão. É preciso alinhar os teus valores com os valores de quem compartilha a vida ao teu lado.


O Segredo do Sucesso é fazer o que você ama e dedicar-se de coração em ser excelente. Você está fazendo o que ama? A chave para abrir a porta do caminho que te levará para a vida desejada começa por aí. Observe se você não está apenas ganhando a vida e vivendo por viver. Faça o que te faz feliz. Tente mais coisas. Aprenda coisas novas. Persista. Realize muito além do que vem realizando. Você pode muito mais, então porque se contenta com tão pouco?

Não se compare a ninguém. Compare-se com você mesmo e acompanhe a sua evolução. Exclua da sua vida todas as coisas negativas para dar espaço as coisas positivas que te impulsionem a melhores resultados. Mude a percepção das coisas. Não deixe de fazer novas coisas pelos bloqueios do teu cérebro. Lembre-se da frase de Henry Ford: “Se você pensa que pode ou que não pode, de qualquer forma estará certo”.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Liberdade para sonhar

Muitas pessoas são podadas pela vida para realizar o sonho de outras pessoas enquanto vivem por viver. Decidem uma profissão para agradar seus pais, decidem casar para agradar a família, decidem morar numa determinada cidade para agradar um cônjuge. Na medida em que o tempo vai passando seus próprios sonhos vão sendo sufocados pelos sonhos dos outros e a essência vai se perdendo no meio do caminho. Lá pelas tantas não sabemos mais quais eram os nossos projetos de vida, dentro de uma trajetória que responde diretamente ao que nos faz feliz, nos faz vibrar, sentir que a vida está valendo à pena de ser vivida.

Nada precisa ser como é. Nada precisa seguir a cartilha pré-determinada por alguém. Ninguém tem o poder de decidir o caminho de quem quer que seja. Padrões só servem para uniformizar e organizar um ambiente, não servem para uma experiência de vida. Uma existência é algo muito especial para ser moldada dentro de uma caixa onde infelizmente algumas pessoas colocam uma tranca gigante que impede completamente qualquer meio de locomoção. As pessoas se limitam a um sistema, um molde, regras e eu pergunto: Para agradar a quem? A si mesmo ou a outras pessoas?

Crie a sua realidade. Transporte-se para o seu futuro. Construa as etapas que você precisa percorrer para atingir todas as coisas que te fazem genuinamente feliz. Que gosto tem o seu futuro? De que cor ele é? Que sentimento ele te traz? Lembre-se que é você que decide cada passo da tua existência. Quem dá a permissão para que outras pessoas assumam o controle da sua vida é você.

Liberdade para sonhar e coragem para realizar. Esse é o segredo de uma vida recheada de realizações. SUAS e não dos outros.
"Não sou como algumas pessoas que gostam da vida em banho-maria.
Gosto de fogo, pimenta, alho, ervas. Por um triz não sou uma bruxa."
Martha Medeiros

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O que você faria se não tivesse medo?

Confesso que algumas coisas são inconfessáveis. Outras nem tanto. Se eu não tivesse medo, ou melhor, pânico de cobra, talvez tirasse aquelas fotos com uma enrolada em meu pescoço. Se eu não tivesse medo de vento, talvez ficasse de boa no meio de uma ventania lendo um livro. Dentro de casa, óbvio. Se eu não tivesse medo acho que colocaria uma mochila nas costas e iria viajar pelo mundo, mas meu maior medo é ficar longe dos meus filhos. Um dia ainda vou fazer Rappel. Mas preciso vencer o medo. 

A vida é repleta de “e se”. Ficamos do lado de cá morrendo de vontade de descobrir como é o lado de lá. “Vaidizê”. O medo nos paralisa. Coragem é agir apesar do medo. É preciso ter coragem para enfrentar a vida e realizar o máximo de coisas possíveis para preencher toda uma existência de momentos especiais. Mas para isso, tem que ter muita autoconfiança e acreditar naquilo que se está fazendo.

Diversas vezes somos impedidos de seguir adiante pela proteção de nossos pais e amigos, que querendo nos proteger acabam nos desanimando quando queremos empreender ou realizar algo mais ousado. O medo deles se transforma no medo nosso e nada é feito.


Morrendo de medo no céu do Rio de Janeiro 
A crença limitante de outras pessoas entram em cena para querer decidir o que é certo dentro de um jogo onde não existe certo ou errado, mas riscos à serem avaliados e testados. Nem sempre dá certo, sabemos disso, mas precisamos tentar para não deixar nossos sonhos apenas engavetados dentro da nossa existência. Se não testarmos, como vamos saber?

Milhares de pessoas descobrem o gosto amargo de um fracasso diversas vezes por dia e nem por isso desistem. Pelo contrário, ficam cada vez mais próximas do sucesso, pois a cada fracasso retiram um aprendizado valioso que não será mais repetido.

De nada adianta deixar seus sonhos num campo de idealização onde não existe concretização. Você terminará seus dias com uma espécie de vazio no meio do peito e a sensação de que a vida não valeu tanto a pena assim. O que você faria se não tivesse medo? Pega essa resposta, vai lá e faz.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Empoderamento

Uma das palavras que mais utilizo em meus processos de coaching, justamente por conseguir enxergar exatamente isso na evolução dos meus coachees.

Uma delas esses dias confessou-me que quando ouviu essa palavra pela primeira vez em nossas sessões, teve vontade de levantar e ir embora por considerar exagero de minha parte, mas com o tempo percebeu que não existia definição melhor para o que aconteceu com ela. 

Empoderar é um verbo que se refere ao ato de dar ou conceder poder para si próprio ou para outrem. No coaching é muito mais do que isso. É a verdadeira aceitação do quanto você pode assumir a identidade de uma pessoa capaz de explorar ao máximo os seus talentos e características sem dar muita atenção para as questões no qual você não é realmente bom. 

Quando descobrimos nosso perfil comportamental através do autoconhecimento, utilizamos a nosso favor todo o potencial existente em nossas características e passamos a fazer aquilo que realmente somos bons fazendo. Isso gera empoderamento. Percebemos que não precisamos nos entristecer por não conseguir assumir alguns papéis no mundo corporativo que na verdade não condizem com nossas habilidades. Somos iludidos muitas vezes por um título bonito num cargo qualquer, e passamos a perseguir alguns deles sem saber se seremos felizes de fato desempenhando tal papel. Além disso, muitas vezes ficamos paralisados por medo da crítica dos outros e isso retira toda a nossa força em direção a resultados. 

Assuma a sua verdadeira personalidade, mostrando ao mundo quem você realmente é. Quando assumimos o que somos, trabalhamos para ser cada vez melhores, entregando para as pessoas excelentes resultados. 

Autoconhecimento gera empoderamento. E é você que decide se está disposto a descobrir o seu poder.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Para cada escolha, uma renúncia

Infelizmente não podemos ter tudo que queremos. Para escolher algum caminho, precisamos abrir mão de outro e quando tomamos decisões baseadas em nossos valores conduzimos as respostas com mais facilidade e possibilidade de acertos.

Existem cinco valores que significam muito para cada ser humano. Muito acima da linha da média de acordo com cada percepção. Assim, podemos afirmar que os valores humanos vão muito além de simples valores morais constituindo um conjunto de regras estabelecidas para uma convivência saudável dentro de uma sociedade, mas um elemento que norteia comportamentos e afeta diretamente a vida das pessoas. Quando ferimos algum de nossos valores, porque cedemos por algum motivo qualquer numa determinada situação, a ferida fica lá, instalada bem no meio do peito marcada como ferro em brasa.

É difícil abdicar de algumas coisas que parecem extremamente atraentes num primeiro momento, mas que significam apenas momentos. Quando resistimos e enfrentamos os desvios que a vida apresenta para que o caminho seja desconstruído, precisamos nos perguntar para onde estamos indo e aonde queremos chegar de modo que essas respostas estejam alinhadas aos nossos valores.

Se eu tenho a família como um valor importante para mim, devo desviar de todas as coisas que coloquem em risco meu convívio familiar. Se para mim integridade é algo fundamental, não posso ir contra ao que considero atitudes de uma pessoa íntegra. Se a minha individualidade é indispensável, preciso me fazer respeitar e utilizar meu tempo da maneira que achar melhor sem precisar agradar os outros antes de agradar a mim mesma. Se prezo pelo aprendizado contínuo, não posso deixar de buscar conhecimento e alimentar meu cérebro com informações novas a cada dia. Se manter a saúde em dia é importante para mim, não posso simplesmente ignorar que preciso fazer exercícios físicos regularmente e manter uma alimentação saudável. Enfim…. São nossos valores que determinam nossos resultados. Quando sabemos quais são eles e o quanto respeitá-los nos conduz pelo caminho de melhores resultados, pensamos nos cinco principais deles em todos os momentos de decisão e aí conseguimos fazer a escolha certa.

Se cada escolha é uma renúncia, substituir ilusões efêmeras por resultados duradouros, mesmo sem prazer imediato, faz com que possamos olhar para trás livre de remorsos e orgulhosos de nossos feitos. Só assim para dizer que a vida realmente valeu à pena. Quando não deixamos rastros de arrependimento no caminho. Como dizia Pablo Neruda: "Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”. 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

O poder escondido em sua própria história

Vivemos num mundo onde o tempo atropela questões que passam despercebidas por nós. Vivemos num círculo de regras impostas por pessoas que um belo dia determinaram o que seria o certo e o errado dentro de uma sociedade machista baseada por “n” fatores na história da humanidade. Mas a roda girou, o tempo passou e nada mais é como antes. Porque então algumas coisas seguem firmes como crenças limitantes que nos impedem de avançar em direção ao que nos faz feliz?

Muitas de nossas crenças são verdades de nossos antepassados que acreditavam em outras verdades sem o menor cabimento de seus antepassados. Lá pelas tantas nos perguntamos por que seguir por um caminho que não nos leva para a tão sonhada felicidade. E o que é Felicidade? É poder ter realização pessoal, profissional, financeira e equilíbrio em todas elas. 

Para isso eu preciso observar minha conduta. Pensamentos geram sentimentos que geram comportamentos e tudo que eu projetar como algo factível poderá se tornar real se eu colocar minha energia em busca dessa realização. É aí que mora o perigo, pois podemos sair do caminho e nos perder com distrações que vão surgindo no percurso e acabamos realizando algo criado em nossos pensamentos lá atrás. Sim, nós criamos nossa realidade. Nós construímos o cenário que queremos viver. E se você não gosta do cenário atual, saiba que foi você que o criou. A boa notícia é que podemos alterar a rota e mudar absolutamente tudo de lugar. Não é fácil. Mas é possível. A notícia ruim é que às vezes vivemos num cenário aparentemente perfeito mas existe um vazio esquisito porque nos emaranhamos em realizações que criam raízes nos impedindo de seguir adiante. Entendeu? Não? Nem eu. 

Nosso cérebro não separa o real do imaginário, se eu imaginar que posso fazer determinadas coisas ele vai processar a imagem e vai conduzir para que tudo aquilo que foi criado na minha mente anteriormente se realize. Sono perdido, anos perdidos, amores perdidos, por questões que não foram trabalhadas em nossa mente por perdermos o foco em direção ao que realmente nos faz feliz. 

Pergunte-se: Existe algo que você queira realmente mudar em sua vida? Você está plenamente satisfeito com seus resultados? Você acorda pela manhã sentindo vontade de dizer: Yes! Como é bom viver a minha vida? Você vive uma vida de verdade ou faz de conta que é feliz só para fazer bonito para os outros sem levar em consideração o que realmente você quer fazer na vida?

Pense que muito das suas escolhas estão fortemente embasadas nas crenças de outras pessoas que viraram verdades pra você e que não precisa ser assim. Nada precisa ser como é e não precisamos olhar para a vida dos outros para definir nossa vida. Quando estamos ocupados vivendo nossa própria vida deixamos de viver como os outros querem que a gente viva e é aí que a mágica acontece. É libertador. 

Nós podemos muito mais do que imaginamos. Só precisamos praticar o autoconhecimento e deixar o coração ser norteado por coisas que realmente nos fazem vibrar de felicidade. Mas uma felicidade de verdade, não com sorrisos bonitos no porta retrato só para o outro ver. A vida é muito curta pra ser só isso.